Hoje tive o prazer de participar de uma aula relacionada a isso.
Não era em uma sala de aula, mas em uma reunião onde o CEO se posicionou da forma mais qualificada nesse sentido, em relação a um assunto crítico.
Quando assuntos críticos entram na pauta, é necessário clareza, objetividade e posicionamento. No entanto, ainda é comum ver mesas executivas, visões divergentes guardadas nos bastidores e opiniões cruciais suavizadas para evitar o desconforto.
O maior perigo não é o debate acalorado e direto. O verdadeiro perigo é o consenso pelo consenso.
Conversas claras e diretas na alta liderança faz com que se exerça a verdadeira responsabilidade executiva.
Posicionamento não é ataque.
Compartilhar uma visão divergente é um ato de lealdade ao negócio, não de insubordinação.
Ruídos na comunicação entre diretores geram diretrizes confusas. Se a liderança não é clara entre si, o time da ponta fica paralisado.
Debater o futuro da empresa, fusões, cortes ou mudanças de rota exige que todas as cartas estejam na mesa. O não-dito gera barreiras.
A maturidade de uma organização é medida pela capacidade dos seus principais executivos de discordarem com respeito, argumentarem com base em dados e, uma vez tomada a decisão, saírem da sala 100% alinhados na execução.
